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Arquivos para Felicidade

Esse negócio chamado atenção – reflexões sobre a escrita

Eu me programei, um horário no dia eu abro o computador e tenho que escrever. Pode ser só pra mim, pode ser só um parágrafo. A exigência não é alta, é qualquer coisa. Simplesmente alguma coisa. Esse é o meu compromisso. Eu abro o computador e a primeira reação é querer levantar pra tomar um café, tem café aqui mas não está quente o suficiente, e se está quente o suficiente não é a quantidade ideal e o melhor é fazer mais café agora do que parar no meio da suposta desejada inspiração que há de vir. Não vem nada na minha cabeça a não ser a vontade de fazer outra coisa. O fundo do meu computador e as pastas podem ficar mais organizadas, tem um monte de captura de tela pra apagar. Vou fazer isso enquanto o café fica pronto. Depois alguma coisa vai vir. Vou pegar o café e já buscar uma água. Eu poderia aproveitar e já lavar a louça. Não. Eu faço isso depois. Vou escrever.

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#porquesim

Sinto que a gente se acostumou com esse lance de “troca” e de “resultado” em um nível agressivo demais. Talvez seja eu que tenha medo de me robotizar em prol do que virá e escrevo para não me conformar. O que você faz por fazer? Simplesmente por que na ação em si está o maior prazer? Escrever? Em parte sim, mas metade está na possibilidade de ver alguém se envolver. Ler, às vezes. Não quando eu estou me cobrando terminar o livro e ter a sensação de dever cumprido, mas sim quando eu estou lendo e me inserindo nas palavras escritas, que por instantes parecem conversar só comigo. Manteiga e mel na torradinha é só porque sim. Eu não repito pra ficar à vontade do meu próximo café da manhã.  Alguns “sims” são irrecusáveis pra mim, entre eles: oreo, batata frita e o horizonte.  

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Altos e baixos – sobre estarmos nos construindo

Dizem que escrever sobre o que aprendemos e compartilhar aumenta em 50% a chance de lembrarmos do conteúdo. Ensinar é aprender!! Vamos lá então.  Vou falar sobre estresse, fui numa palavra bacana do Joris, um senhor carismático que está a 43 anos empreendendo o método DeRose. Muito do que ele disse eu já sabia mas não praticava!!! Foi essencial recordar. Mais importante ainda foi a vontade de fazer diferente que ele trouxe e as dicas práticas que eu já consegui implementar.

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Estou envelhecendo? – sobre seguir os seus sonhos

Tem uma fita que toca na minha cabeça e produz um estado hipnótico horroroso.

Ela diz:“Você esta ficando velha”, “você não tem idade mais para essas coisas”, “você está na fase de concretizar, construir, ganhar dinheiro e subir em alguma carreira”, “como assim você está fazendo o que você quer?”, “experimentações não servem para nada, cadê o resultado?”.

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Miscelânea – sobre as reflexões de uma segunda-feira

Estava sendo uma segunda-feira desconfortável, como se meu corpo ainda estivesse elaborando tudo que estava acontecendo. Uma parte minha confiante, outra em cima do muro e uma terceira com medo da minha inocência. Havia uma inquietação por ter exposto minha opinião e por ter sido criticada. Como se passasse pelas minhas veias um arrependimento pra não ter que sentir o incômodo de não ser aceito que invadia a boca do meu estômago.

Mas também senti um alívio por poder soltar palavras que vivem em mim, ainda que nem eu saiba se confio tanto nelas assim. Nesse dia me perguntaram como lidar com o medo que invadia e eu me senti culpada por não estar sentindo aquele mesmo medo. Culpada por me sentir bem.

 

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Raízes – sobre honrar os seus pais

Quando eu era pequena eu odiava psicólogos, eu dizia que eles não gostavam da minha mãe e eu não queria mais voltar. Quando eu virei adolescente eu comecei a adorar porque eu gostava de conversar, mas eu não deixava eles virem com questões sobre a minha mãe. Tinha medo deles criticarem ela e eu não querer mais voltar. Eu queria proteger a melhor relação que a vida me deu.

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